"O gerente e o líder (ou vice-versa)
Líderes são capazes de mobilizar pessoas em direção a um objetivo, através de seu poder de inspirar corações, influenciar mentes e obter atitudes. Esse é um poder de grande utilidade para organizações modernas, que convivem em um ambiente cheio de concorrentes, assentado sobre a areia movediça da impermanência da economia, da tecnologia, do merecado e da política. Em ambientes inconstantes, líderes são fundamentais, por isso queremos que nossos gerentes sejam líderes, mas há que se observar uma pequena sutileza: quando um gestor vira líder, ele começa a falar sobre causas; quando um líder vira gestor, ele representa a causa da empresa.
Líderes sabem como mobilizar pessoas; gestores sabem para onde e como canalizar o esforço da produção. O poder de um associado à competência do outro forma a combinação ideal. O festejado Jack Welch, cuja primeira ação na cadeia de presidente da GE foi aconselhar-se com o guru Peter Drucker (que pregava: "A gestão é um elemento vital para qualquer empresa. Sem sua participação, os recursos da produção continuam como recursos e nunca se transformam em "produção"), orgulhava-se de ter implantado o programa Seis Sigma, que objetiva obter melhorias na qualidade e é, essencialmente, uma inovação que facilita a ação da liderança. Este é apenas um entre muitos bons exemplos da dobradinha cabeça-de-área liderança-gestão.
Há alguns anos surgiu a pergunta: é possível ensinar liderança a um gerente de perfil técnico? A resposta dos especialistas foi um sonoto "sim". Esta é uma ótima notícia pra você, que só pode ser melhor se a força da liderança estiver a serviço da inteligência da gestão. Mais uma vez, citando Drucker, o que sempre é uma garantia de consciência: " A Administração será, cada vez mais, a disciplina e a prática pelas quais as lideranças vão readquirir seu reconhecimento, impacto e relevância". O lídr sabe o "Porquê" e os gestor sabe "como". Juntas, essas duas qualidades podem conquistar o mundo. Separadas, correm o risco de não chegar até a próxima esquina."
Artigo de Eugenio Massak, encontrado na Revista Você S/A, edição 124, Outubro 2008.
Post by Renata Oliveira
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domingo, 30 de novembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
Benchmarking
"Benchmarking:
"Processo contínuo e sistemático que permite a comparação das performances das organizações e respectivas funções ou processos face ao que é considerado "o melhor nível", visando não apenas a equiparação dos níveis de performance, mas também a sua ultrapassagem"
Conceito
A prática do benchmarking consiste na pesquisa dos melhores métodos utilizados nos diferentes processos de negócio e funções empresariais, com especial ênfase naqueles cujo impacto, no desempenho, permite assegurar e sustentar vantagens competitivas.
No benchmarking a avaliação e comparação não representam um fim em si, mas um meio para apoiar o processo de melhoria; constituindo-se como uma forma de aprendizagem, dado que a procura de melhores práticas implica uma análise cuidada das diversas formas de implementação dos processos, das metodologias de trabalho e dos diferentes arranjos organizacionais.
O exercício termina com a análise de resultados, a definição de recomendações e a sua implementação. Devemos ainda realçar um aspecto crítico no processo de benchmarking - a ética. As atuais práticas de benchmarking regem-se por princípios próprios, resumidos num código de conduta onde a reciprocidade na partilha e no uso da informação, a confidencialidade e o respeito pela individualidade dos parceiros se assumem como preceitos invioláveis.
Benefícios
O Benchmarking tem associado um conjunto de vantagens para as empresas, nomeadamente:
Introduzir novos conceitos de avaliação;
Melhorar o conhecimento da própria organização;
Identificar áreas que devem ser objeto de melhorias;
Estabelecer objetivos viáveis e realistas;
Criar critério de prioridade no planejamento;
Favorecer um melhor conhecimento dos concorrentes e do nível competitivo do mercado;
Aprender com os melhores. "
Fonte: Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento, IAPMEI de Portugal
O Benchmrking é muito utilizado no mundo da Administração, por isso achei interessante o post desse artigo, que pode ser acessado em: http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Benchmarking.htm
Post by Renata Oliveira
"Processo contínuo e sistemático que permite a comparação das performances das organizações e respectivas funções ou processos face ao que é considerado "o melhor nível", visando não apenas a equiparação dos níveis de performance, mas também a sua ultrapassagem"
Conceito
A prática do benchmarking consiste na pesquisa dos melhores métodos utilizados nos diferentes processos de negócio e funções empresariais, com especial ênfase naqueles cujo impacto, no desempenho, permite assegurar e sustentar vantagens competitivas.
No benchmarking a avaliação e comparação não representam um fim em si, mas um meio para apoiar o processo de melhoria; constituindo-se como uma forma de aprendizagem, dado que a procura de melhores práticas implica uma análise cuidada das diversas formas de implementação dos processos, das metodologias de trabalho e dos diferentes arranjos organizacionais.
O exercício termina com a análise de resultados, a definição de recomendações e a sua implementação. Devemos ainda realçar um aspecto crítico no processo de benchmarking - a ética. As atuais práticas de benchmarking regem-se por princípios próprios, resumidos num código de conduta onde a reciprocidade na partilha e no uso da informação, a confidencialidade e o respeito pela individualidade dos parceiros se assumem como preceitos invioláveis.
Benefícios
O Benchmarking tem associado um conjunto de vantagens para as empresas, nomeadamente:
Introduzir novos conceitos de avaliação;
Melhorar o conhecimento da própria organização;
Identificar áreas que devem ser objeto de melhorias;
Estabelecer objetivos viáveis e realistas;
Criar critério de prioridade no planejamento;
Favorecer um melhor conhecimento dos concorrentes e do nível competitivo do mercado;
Aprender com os melhores. "
Fonte: Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento, IAPMEI de Portugal
O Benchmrking é muito utilizado no mundo da Administração, por isso achei interessante o post desse artigo, que pode ser acessado em: http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Benchmarking.htm
Post by Renata Oliveira
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
O iPhone pode matar a internet

"O iPhone pode matar a internet
A liberdade da rede corre risco. A culpa é dos novos controles de empresas como a Apple, diz estudioso. No livro O Futuro da Internet e Como Evitá-lo, o americano Jonathan Zittrain, especialista em Direito na Internet, faz um alerta sobre a encruzilhada que a rede mundial que a rede mundial de computadores e a indústria de tecnologia têm à frente. O espírito original, aberto à colaboração, que fez da internet o sucesso que é, também é a fonte de seus problemas: avalanche de vírus, programas defeituosos e falhas de segurança. "A internet está em crise", diz Zittrain, de 39 anos. Novos aparelhos de enorme sucesso com o iPhone contornam esse risco, pois só aceitam programas que passam pelo crivo da Apple. Caso esse controle sobre o que pode ou não ser instalado no iPhone se alastre pela indústria, diz Zittrain, será o fim da inovação - e a internet do futuro será estéril.
Época - O que está errado na internet?
Jonathan Zittrain - Ela foi projetada numa outra época e para um propósito diferente daquele a que serve hoje. A internet era uma experiência de laboratório. Uma razão por que ela tomou conta do mundo é ter sido tão bem projetada, permitindo a participação de qualquer um em qualquer lugar. Ela funcionou otimamente por anos. Mas a popularização da internet e do computador pessoal revela agora seu lado ruim. A internet está em crise. O exemplo mais visível são os vírus de computador. Eles só existem porque o projeto original da rede permite. Precisamos dar um jeito nisso. Se não o fizermos, veremos as pessoas fugir para aparelhos que limitarão muito a inovação na rede, como o iPhone, da Apple, ou o Xbox, o console de games da Microsoft. O iPhone pode matar a internet.
Época - Por quê?
Zittrain - A Apple e um otimo exemplo de todas as fases desse fenomeno. O Apple II (1977) foi o primeiro PC produzido em serie, que permitiu as pessoas terem um computador em casa rodando programas feitos por qualquer um. Em 2007, com o lancamento do iPhone, aconteceu o oposto. Ele era um sistema completamente fechado. A Apple controlava tudo o que rodava nele. Entao, em 2008, foi a vez do novo iPhone. E um sistema aberto, que aceita programas de terceiros - mas so com a aprovacao da Apple. A empresa checa cada parte do programa antes de permitir sua instalacao no celular. Esse controle de qualidade fornece a Apple poder demais.
Epoca - A rede aberta incluiu 2 bilhoes de pessoas na era digital.
Qual seria a consequencia de um sistema fechado?
Zittrain - As novas tecnologias teriam uma qualidade imperial. Seriam feitas num pais e usadas nos outros. Nao haveria espaco para a inovacao. No momento em que, pela primeira vez, vemos uma parcela consideravel da humanidade na internet, e importante permitir que a tecnologia possa ser remodelada por seus varios usuarios, em vez de ter um celular com quatro funcoes, controlado pela operadora. Os fabricantes de celular deixariam de competirpara lancar produtos mais
interessantes. Nao e o que quero ver. Manter a tecnologia aberta e
crucial para evitar esse futuro.
Epoca - A enciclopedia virtual colaborativa Wikipedia consegue dosar o
espirito da rede com o controle sobre o mau uso da tecnologia?
Zittrain - Sem, ela nao e anarquica. Aceita a participacao de todos, mas tem regras e colaboradores que analisam, limpam e cuidam do conteudo. A Wikipedia mostra qua ha meios de fazer isso sem recorrer ao controle autoritario. Ha licoes a aprender com a Wikipedia."
Fonte: Revista Epoca - 24 novembro 2008 - n549
Post by Renata Oliveira
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Meu nome, minha marca
"Pense num refrigerante...
Pense numa esponja de aço...
Pense num canal de TV...
Se você pensou em Coca-Cola, Bombril e Globo, não faz mal; isso é comum.
Mas, por que isso ocorre?
Isso ocorre, creio, porque as empresas têm buscado, a cada dia, formas mais eficientes de alcançar o seu público alvo.
Através do marketing, elas invadem a cabeça das pessoas, influenciam seus comportamentos; suas vontades... Elas aparecem.
É fato que esses nomes, essas marcas, não vêm às nossas mentes, simplesmente, porque possuem belos nomes.
Na verdade, seus idealizadores e gestores souberam, ao longo do tempo, preservar a qualidade dos produtos fornecidos; garantiram o respeito às partes interessadas; demonstraram sua competência na forma de atuar etc.
Agora, vamos fazer de conta que o nosso nome é uma marca; a nossa marca.
Será que, quando pensam num profissional, para indicação à promoção, o nosso nome é o primeiro a ser lembrado?
Assim como essas empresas, temos de construir um belo histórico, enquanto estivermos aqui...
Temos de ter bastante cuidado com as nossas atitudes, na vida profissional e pessoal.
Não podemos ser esquecidos!
Você já deve ter passado por uma situação na qual alguma pessoa chegou até você, cumprimentou-lhe e você não conseguiu lembrar seu nome.
Que situação ruim...
Mas, não se preocupe com isso, também.
O maior culpado por essa situação é a pessoa na qual o nome fora esquecido.
Ela não fez o suficiente para ser lembrada.
Portanto, esforça-te!
Trabalhe direito!
Divulgue a tua marca!
Divulgue o teu nome!
Apareça!
Enfim, “quem não é visto não é lembrado.”."
Autor:Davi Vieira
http://www.administradores.com.br/artigos/meu_nome_minha_marca/26542/
Post by Renata Oliveira
Pense numa esponja de aço...
Pense num canal de TV...
Se você pensou em Coca-Cola, Bombril e Globo, não faz mal; isso é comum.
Mas, por que isso ocorre?
Isso ocorre, creio, porque as empresas têm buscado, a cada dia, formas mais eficientes de alcançar o seu público alvo.
Através do marketing, elas invadem a cabeça das pessoas, influenciam seus comportamentos; suas vontades... Elas aparecem.
É fato que esses nomes, essas marcas, não vêm às nossas mentes, simplesmente, porque possuem belos nomes.
Na verdade, seus idealizadores e gestores souberam, ao longo do tempo, preservar a qualidade dos produtos fornecidos; garantiram o respeito às partes interessadas; demonstraram sua competência na forma de atuar etc.
Agora, vamos fazer de conta que o nosso nome é uma marca; a nossa marca.
Será que, quando pensam num profissional, para indicação à promoção, o nosso nome é o primeiro a ser lembrado?
Assim como essas empresas, temos de construir um belo histórico, enquanto estivermos aqui...
Temos de ter bastante cuidado com as nossas atitudes, na vida profissional e pessoal.
Não podemos ser esquecidos!
Você já deve ter passado por uma situação na qual alguma pessoa chegou até você, cumprimentou-lhe e você não conseguiu lembrar seu nome.
Que situação ruim...
Mas, não se preocupe com isso, também.
O maior culpado por essa situação é a pessoa na qual o nome fora esquecido.
Ela não fez o suficiente para ser lembrada.
Portanto, esforça-te!
Trabalhe direito!
Divulgue a tua marca!
Divulgue o teu nome!
Apareça!
Enfim, “quem não é visto não é lembrado.”."
Autor:Davi Vieira
http://www.administradores.com.br/artigos/meu_nome_minha_marca/26542/
Post by Renata Oliveira
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Governo Eletrônico na Administração Pública Brasileira

O artigo a seguir de Rejane Esther Vieira, mostra a importância da internet e da constante atualização do governo, que está cada vez mais informatizado, em busca de maior aproximação com o cidadão.
"Governo Eletrônico na Administração Pública Brasileira
Na sociedade da informação, a Internet pode ser considerada como um veículo de aproximação do Estado com o cidadão, sendo o principal instrumento para tornar o governo cada vez mais de caráter “eletrônico”. Desta forma, a presença governamental na Internet visa tornar a aparato administrativo menos aparente de forma presencial, porém está mais próximo do cidadão e mais eficiente na realização de seus objetivos, por meio das técnicas dos sistemas de informática, e da comunicação. Observa-se os principais aspectos que incentivaram o surgimento da inovação do governo eletrônico, na visão de Medeiros e Guimarães (2005):
O advento da Internet e as inovações tecnológicas em comunicações proporcionaram às organizações a possibilidade de migrar seus sistemas existentes em plataformas convencionais para sistemas com interface web. O esgotamento da sobrevida de sistemas legados pode ser considerado ainda um exemplo de fator eu motivou a construção de sistemas baseados na Internet, os quais conformam, na prática, o governo eletrônico. Outros aspectos que incentivaram o surgimento dessa inovação foram, em ordem de relevância para os governos: (1) a necessidade de as administrações aumentarem sua arrecadação e melhorar seus processos internos e (2) as pressões da sociedade para que o governo otimize seus gastos e atue, cada vê mais, transparência, qualidade e de modo universal na oferta de serviços aos cidadãos e organizações em geral. (MEDEIROS;GUIMARÃES, 2005, p.67).
...Pode-se destacar alguns elementos indispensáveis que norteiam o uso da tecnologia da informação, tanto no contexto privado quanto governamental : o uso de tecnologia para melhorar os serviços aos clientes/cidadãos; o uso da tecnologia para melhorar eficiências internas; o uso da Internet para fornecer os serviços e informação e o uso da tecnologia da informação sem comprometer o sigilo e a segurança nas informações e transações.
Compreende-se que o uso da tecnologia para melhorar os serviços dos clientes, pode-se compreender que cliente refere-se a pessoa que se relaciona com o governo, que inclui cidadãos, servidor público, fornecedores da administração pública, sendo pessoas físicas ou jurídicas, os próprios órgãos e entidades do governo. Neste sentido, pode-se entender que governo como sendo os níveis federal, estadual, municipal, tanto do executivo, como do legislativo e judiciário.
No tocante ao uso da tecnologia para melhorar as eficiências Internas, conforme Silva (2005), entende-se que o governo eletrônico envolve uso da Internet, Intranet e Extranet no escopo de uso remoto e distribuído dos seus sistemas de informação. Desta maneira, pode-se observar o servidor público sendo beneficiado pela aplicação da tecnologia da informação, melhorando o nível de qualidade do contexto de trabalho e a eficiência interna.
No que se refere ao uso da Internet para fornecer serviços e informação, a adoção da infra-estrutura e tecnologia da Internet abre um nível de serviço em prol da sociedade como um todo. O cidadão não fica limitado ao local físico no relacionamento com o governo porque através da Internet pode na sua casa, no trabalho e em qualquer lugar e horário acessar os diversos sites do governo..."
Saiba mais sobre este artigo : http://www.artigonal.com/administracao-artigos/governo-eletronico-na-administracao-publica-brasileira-641072.html
Post by Renata Oliveira
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Oportunidades que nascem das ameaças

O artigo a seguir do coach executivo Carlos Cruz, nos mostra que podemos fazer de nossas ameaças e pontos fracos, nossas oportunidades e pontos fortes, basta querermos.
"Oportunidades que nascem das ameaças
Quando você pensa em sucesso, ou seja, na obtenção de bons resultados a partir de suas ações, está mais acostumado a mensurá-lo no curto, médio ou longo prazo? Por conta do ritmo que a sociedade impôs à maioria das pessoas, passamos a considerar que tudo deve ser feito no menor espaço de tempo possível. Vivemos em um grande imediatismo. Isso pode impedir que você veja como algumas das dificuldades em curto prazo podem se tornar ótimas oportunidades com o passar do tempo.
Reflita sobre a seguinte questão: Será que as ameaças que enfrento no presente não podem ser transformadas em grandes possibilidades de crescimento? O que me faz ficar tão preso às dificuldades momentâneas, sendo que as minhas ações podem moldar um futuro mais próspero? Não devemos ficar acuados frente a situações desarmônicas, por mais que elas se mostrem ruins. Os ponteiros do relógio não vão parar e se você tiver a consciência necessária para ter atitudes otimistas e pôr em prática planos de ação, com certeza poderá usar dessas situações para impulsionar seu crescimento.
...Para ilustrar como podemos transformar ameaças em oportunidades vale lembrar o fenômeno do atletismo nos últimos Jogos Olímpicos, o corredor Usain Bolt. Muito se comentou dos recordes quebrados e das vantagens que ele obteve ao final de cada corrida, mas poucos se atentaram ao fato de que na hora do arranque, ou seja, no curto prazo, Bolt teve desvantagens em relação aos adversários por conta de sua altura, superior a dos demais. Mas por ter estudado suas características e se preparado seriamente, o jamaicano consegue transformar essa ameaça inicial em um grande diferencial, que o leva a alcançar resultados surpreendentes.
Os membros longos permitiram que Bolt desse, em média, sete passadas a menos que seus adversários, chegando ainda 20 metros à frente. Com isso podemos ver que o mesmo fator que o deixou mais devagar no início, a altura, pôde levá-lo à vitória e à nova marca dos 100 metros, quebrando o recorde que ele mesmo batera neste ano. O que devemos guardar desse exemplo? A resposta é simples: temos potencial, talentos e oportunidades que podem nos levar ao sucesso, mesmo que em curto prazo encontremos dificuldades. O importante é pensar nas ações que o nosso “eu do futuro” diria para termos hoje, capazes de moldarem o nosso sucesso. Para isso, busque o autoconhecimento e lembre-se: de nada adianta pensar e sonhar sem agir. Pague o preço, pois vale à pena! Mãos à obra!"
Para ler o artigo na íntegra acesse: http://www.hsm.com.br/editorias/liderancaemotivacao/Oportunidades_nascem_ameacas.php?mace2_cod=1254&pess2_cod=186719&lenc2_cod=
Post by Renata Oliveira
domingo, 16 de novembro de 2008
Estão falando bem (e mal) de você junte-se a eles
"Orkut, Twitter, Facebook, blogs e portais colaborativos estão se tornando o território predileto dos consumidores que querem opinar sobre produtos e serviços. Aprender a falar esse novo idioma será fundamental para sobrevivência da sua empresa.
Alguém está falando mal da sua empresa neste momento. Em segundos, essa pessoa vai mandar o comentário para outra, que vai inseri-lo numblog e, em pouco tempo, surgirá uma comunidade no Orkut a respeito desse mesmo tema. Em minutos, a reputação da sua marca, na lista dos dez mais clicados do Google, estará ameaçada para todo o sempre. Calma. Essa história, repetida milhares de vezes pelo mundo virtual, pode ter um final feliz. As redes sociais deixaram de ser um ambiente exclusivo para a troca de idéias de garotões desocupados e estão sendo cada vez mais usadas pelas empresas como ferramenta de relacionamento. Não é para menos: a internet atinge 59 milhões de brasileiros que passam 24 horas por dia - todos os dias do mês - conectados. É a maior média de uso do mundo. Praticamente 90% deles, os chamados consumidores 2.0, interagem nas redes sociais compostas por comunidades, sites,blogs, fotologs e outras ferramentas da web.
Mas não basta montar uma comunidade ou criar um perfil: é fundamental interagir, conversar e responder às questões dos internautas, alertam os especialistas. " No universo virtual também funciona a velha máxima de 'Bem ou mal, falem de mim', analisa Danah Boyd, 30 anos, considerada a sacerdotisa das redes sociais pelo Financial Times, e consultora de corporações como Intel, Google, Yahoo!, Microsoft e Tribe.net.
Em entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Danah afirmou que a participação de empresas em blogs, sites de relacionamentos e de compartilhamento de vídeos deve fazer sentido para a marca. Para isso, é importante fazer ações de acordo com o perfil dos internautas, divididos por categorias, idades e hábitos. "É preciso ter foco e conhecer para quem você está dirigindo a ação", diz. A rede americana, criou um perfil no Facebook para divulgar sua linha destianda ao público jovem. Hoje, cerca de 500.000 usuários adicionaram a Victoria´s Secret como amiga, como se fosse alguém de carne e osso. Elas podem falar com a empresa, ver fotos e vídeos e acompanhar as novidades. "Se a empresa não tiver uma ligação forte com o internauta, só prejudicará a marca", completa Danah..."
Quem quiser saber mais sobre essa interessante reportagem de Viviane Maia, procure a Revista, do mês de novembro de 2008,Pequenas Empresas e Grandes Negócios, encontrará nas páginas 92 a 97.
Post by Renata Oliveira
Alguém está falando mal da sua empresa neste momento. Em segundos, essa pessoa vai mandar o comentário para outra, que vai inseri-lo numblog e, em pouco tempo, surgirá uma comunidade no Orkut a respeito desse mesmo tema. Em minutos, a reputação da sua marca, na lista dos dez mais clicados do Google, estará ameaçada para todo o sempre. Calma. Essa história, repetida milhares de vezes pelo mundo virtual, pode ter um final feliz. As redes sociais deixaram de ser um ambiente exclusivo para a troca de idéias de garotões desocupados e estão sendo cada vez mais usadas pelas empresas como ferramenta de relacionamento. Não é para menos: a internet atinge 59 milhões de brasileiros que passam 24 horas por dia - todos os dias do mês - conectados. É a maior média de uso do mundo. Praticamente 90% deles, os chamados consumidores 2.0, interagem nas redes sociais compostas por comunidades, sites,blogs, fotologs e outras ferramentas da web.
Mas não basta montar uma comunidade ou criar um perfil: é fundamental interagir, conversar e responder às questões dos internautas, alertam os especialistas. " No universo virtual também funciona a velha máxima de 'Bem ou mal, falem de mim', analisa Danah Boyd, 30 anos, considerada a sacerdotisa das redes sociais pelo Financial Times, e consultora de corporações como Intel, Google, Yahoo!, Microsoft e Tribe.net.
Em entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Danah afirmou que a participação de empresas em blogs, sites de relacionamentos e de compartilhamento de vídeos deve fazer sentido para a marca. Para isso, é importante fazer ações de acordo com o perfil dos internautas, divididos por categorias, idades e hábitos. "É preciso ter foco e conhecer para quem você está dirigindo a ação", diz. A rede americana, criou um perfil no Facebook para divulgar sua linha destianda ao público jovem. Hoje, cerca de 500.000 usuários adicionaram a Victoria´s Secret como amiga, como se fosse alguém de carne e osso. Elas podem falar com a empresa, ver fotos e vídeos e acompanhar as novidades. "Se a empresa não tiver uma ligação forte com o internauta, só prejudicará a marca", completa Danah..."
Quem quiser saber mais sobre essa interessante reportagem de Viviane Maia, procure a Revista, do mês de novembro de 2008,Pequenas Empresas e Grandes Negócios, encontrará nas páginas 92 a 97.
Post by Renata Oliveira
sábado, 25 de outubro de 2008
A Crise e o Cafezinho
No artigo a seguir de Tom Coelho, procura-se mostrar que durante uma crise os gestores muitas vezes não tem sabedoria para saber reerguer a empresa ou sobreviver em meio a um turbilhão de problemas. Uma vez ouvi algo que dizia mais ou menos assim, que o verdadeiro e bom Administrador é aquele que consegue levantar e manter viva uma empresa ou instituição que parece quase engolida pelo processo de entropia, ou que vive uma crise, o que é muito verdade como diz o texto abaixo.
"A Crise e o Cafezinho
É sempre assim. Quando uma crise qualquer ecoa em uma empresa, quem paga o pato é o cafezinho! Explico-me.
...Todavia, há ainda quem inicie um plano de estabilização pela extinção do café servido na copa, seguido da suspensão de treinamentos e programas de qualidade de vida, meio ambiente e sustentabilidade, propaganda e promoção, e até pesquisa e desenvolvimento. Claro que no final da linha está projetada uma indefectível onda de demissões, varrendo a empresa e assombrando os trabalhadores.
Em tempos de crise propalada como a que ora experimentamos, quando a panacéia toma conta não apenas dos mercados financeiros, mas também da cabeça dos gestores de empresas, cegando-lhes diante da realidade dos fatos e ceifando-lhes a racionalidade, há que ter ponderação, bom senso, prudência e visão de futuro.
...O que falta aos gestores – públicos e privados – é primeiro questionar onde, de fato, a crise está aportando. Depois, identificar as oportunidades ocultas. E, finalmente, diante da necessidade de ajustes, procurar cortar as gorduras – e não a carne."
Caso queiram ler o artigo de Tom Coelho na íntegra, acessem: http://www.administradores.com.br/artigos/a_crise_e_o_cafezinho/25926/
Bom fim de semana.
Post by Renata Oliveira
"A Crise e o Cafezinho
É sempre assim. Quando uma crise qualquer ecoa em uma empresa, quem paga o pato é o cafezinho! Explico-me.
...Todavia, há ainda quem inicie um plano de estabilização pela extinção do café servido na copa, seguido da suspensão de treinamentos e programas de qualidade de vida, meio ambiente e sustentabilidade, propaganda e promoção, e até pesquisa e desenvolvimento. Claro que no final da linha está projetada uma indefectível onda de demissões, varrendo a empresa e assombrando os trabalhadores.
Em tempos de crise propalada como a que ora experimentamos, quando a panacéia toma conta não apenas dos mercados financeiros, mas também da cabeça dos gestores de empresas, cegando-lhes diante da realidade dos fatos e ceifando-lhes a racionalidade, há que ter ponderação, bom senso, prudência e visão de futuro.
...O que falta aos gestores – públicos e privados – é primeiro questionar onde, de fato, a crise está aportando. Depois, identificar as oportunidades ocultas. E, finalmente, diante da necessidade de ajustes, procurar cortar as gorduras – e não a carne."
Caso queiram ler o artigo de Tom Coelho na íntegra, acessem: http://www.administradores.com.br/artigos/a_crise_e_o_cafezinho/25926/
Bom fim de semana.
Post by Renata Oliveira
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